Uma pessoa só. Não existe empresa por trás do What the Day, nem equipe, nem investidores — é um projeto paralelo que eu construo no meu tempo livre, e tudo o que há nele, dos minijogos de treino à Arena, foi escrito por mim.
Hospedagem, banco de dados e domínio dão mais ou menos 40 dólares por mês. Não é um número assustador, mas é real, e sai do meu bolso todo mês, doando alguém ou não. Além disso, tem as noites e os fins de semana: os minijogos de treino, as lições e o desafio diário levaram muito mais tempo do que parece.
Não há anúncios no jogo — nem enquanto você joga, pratica, encara o desafio diário ou luta na Arena —, não há muro de cadastro, e nada sobre você é vendido. Os anúncios pequenos moram nas páginas de passagem: as consultas de data e os guias, aonde a maioria chega por uma busca, pega a resposta e segue em frente.
Esses anúncios ajudam com a conta da hospedagem, mas o jogo continuar sem anúncios ainda depende das poucas pessoas que decidem que ele valeu alguma coisa — e se você já contribuiu, pode ocultar os anúncios por completo logo abaixo.
Um café avulso ajuda de verdade, e alguns dólares por mês cobrem uma parte considerável da conta. Os dois passam pelo Buy Me a Coffee:
Se gastar dinheiro com um treinador de cálculo mental não é bem a sua praia — justíssimo. Contar para outra pessoa, ou me mandar um bug ou uma ideia, também vale muito.
Você só vai ver uma mensagem de apoio depois de jogar bastante, e no máximo a cada algumas semanas. Dispensar uma esconde por um mês e meio; escolher Já apoiei encerra de vez naquele aparelho. Não existe pedido nenhum em telas onde você acabou de perder uma rodada.